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Como é o tratamento da disfagia?

O tratamento depende da causa, do tipo de alteração, das condições de saúde e dos objetivos de cada pessoa. Pode envolver reabilitação, estratégias para facilitar a deglutição e adaptações na alimentação quando necessárias.

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Ilustração editorial sobre tratamento da disfagia

Não existe um único tratamento para disfagia. O plano depende de como a deglutição está alterada, da causa do problema, das condições clínicas e do que é possível e importante para aquela pessoa. [1][2]

Reabilitação da deglutição

Na disfagia orofaríngea, o fonoaudiólogo pode desenvolver um plano terapêutico com estratégias de habilitação ou reabilitação de acordo com os achados da avaliação. O tratamento pode ter objetivos diferentes, como recuperar funções, preservar capacidades, compensar dificuldades ou adaptar o cuidado conforme a condição muda. [1][2]

Estratégias durante a alimentação

Dependendo do caso, podem ser orientadas mudanças de postura, utensílios, volume, ritmo ou outras estratégias. Essas orientações não são universais e precisam ser definidas a partir da avaliação. [2]

Texturas e consistências

Em algumas pessoas, alimentos ou bebidas podem precisar de características específicas. Quando isso acontece, a consistência indicada faz parte do plano de cuidado. Mais espesso não significa automaticamente melhor, e a necessidade pode mudar ao longo do tempo. [1]

Tratamento da condição de base

Quando a disfagia está associada a uma doença, lesão ou alteração estrutural, o tratamento também pode envolver profissionais responsáveis pela condição de base. A deglutição e a doença que a afeta precisam ser consideradas em conjunto.

Nutrição, hidratação e medicamentos

O plano também pode precisar considerar ingestão nutricional, hidratação e forma de administrar medicamentos. Por isso, nutricionistas, médicos, farmacêuticos, enfermagem e outros profissionais podem participar conforme a necessidade. [1]

Acompanhamento e reavaliação

A deglutição pode mudar com tratamento, recuperação, progressão de doença ou alterações do estado clínico. Quando o quadro muda, o plano pode precisar ser revisto. [1][2]

Fontes e referências

Informação educativa não substitui avaliação profissional.